A Cidade dos Homens: Como Cristãos Devem Pensar Politicamente Sem Perder a Alma

Falar de política já desperta polêmicas por si só – nem precisamos entrar em detalhes. Tem aqueles que logo lembram o velho clichê: “política, futebol e religião não se discute”. Mas qual é a realidade? É exatamente isso que mais se discute nas conversas cotidianas, o tempo todo. O problema não é conversar sobre determinado assunto – pelo contrário. O problema está na incapacidade de dialogar com civilidade, de escutar com empatia, de respeitar divergências e de dar ao outro o direito genuíno de fala.

Com as eleições presidenciais de 2026 aproximando-se rapidamente e evangélicos projetados para representar aproximadamente 36% da população brasileira – um salto significativo dos 26,9% registrados em 2022 – essa conversa deixou de ser opcional para cristãos. Pesquisas eleitorais já indicam que o voto evangélico será decisivo no resultado. Diante dessa realidade incontornável, a pergunta antiga ganha urgência renovada: como o cristão deve se portar frente às questões políticas?

Para começar, é preciso afirmar algo que pode soar controverso, mas é simplesmente factual: é impossível evitar a política. Então cá estamos para falar de política também. Mas qual deve ser a maneira correta, biblicamente fundamentada e teologicamente responsável de pensarmos e tratarmos essa questão? Vamos pensar juntos.

Dois Extremos Igualmente Perigosos

De modo geral, existem duas maneiras equivocadas como cristãos costumam lidar com questões envolvendo política. Ambas são problemáticas, embora opostas.

Primeiro extremo: O desprezo total. “Religião e política não se misturam, ponto final.” Não cabe ao cristão tratar de política – assim dizem. Se você nunca disse isso pessoalmente, certamente já ouviu alguém defendendo que religião e política devem permanecer em esferas completamente separadas, como se fossem realidades paralelas que jamais se tocam.

Segundo extremo: A mistura sem critério. Aqui temos desde a instrumentalização cínica da política para fins exclusivamente religiosos (usar o poder estatal para impor agendas eclesiásticas) como também a instrumentalização blasfema da religião para fins político-partidários e ideológicos (transformar o evangelho em plataforma eleitoral e a igreja em palanque).

Essa é, sem dúvida, uma discussão amplamente debatida ao longo da história da igreja. Mas cabe a cada nova geração – e especialmente à nossa, diante do contexto eleitoral de 2026 – procurar entender sua própria realidade e encontrar caminhos fiéis de resposta. Para começo de conversa, é preciso admitir algo fundamental: a grande narrativa bíblica é também uma expressão política.

A Política É Inevitável na Escritura

Não é possível contar a história de nenhum povo sem abordar questões políticas. Como falar, por exemplo, da história do povo de Israel e ignorar completamente as questões políticas que permeiam cada página do Antigo Testamento? Desde o Êxodo (libertação de um sistema político opressor) até o Exílio (consequência de más escolhas políticas e espirituais), a política está entrelaçada com a teologia.

Aqueles que defendem algum tipo de ideal de “pureza religiosa” livre das questões políticas precisam ser informados: isso é simplesmente impossível. Mas que fique igualmente claro – não compartilhamos da ideia de que a igreja deva ser subserviente a qualquer poder estatal, político ou ideológico. A igreja não é braço de partido, não é departamento de governo, não é ONG de campanha eleitoral.

A pergunta, portanto, permanece inevitável: como então os cristãos deveriam lidar com as questões políticas? Nosso convite, com este artigo, é para que pensemos melhor sobre isso. Vamos refletir juntos, começando pelo Antigo Testamento.

De Gênesis à Babel: A Escalada do Mal e o Surgimento das Cidades

Depois da criação e da queda – eventos narrados pelos três primeiros capítulos do livro de Gênesis – o que temos, em resumo, ao longo de todo o Antigo Testamento é a formação e a história do povo de Israel. Toda essa narrativa documenta a escalada do mal após a queda e, simultaneamente, a promessa de Deus de que redimiria Sua criação. O simples fato de Deus chamar Abraão e formar, a partir de sua casa, um povo sobre a terra já constitui uma ação que trará amplo impacto político no mundo.

Mas vamos devagar. O que acontece imediatamente depois da queda? Se dermos uma olhada nos capítulos que seguem logo após Gênesis 3, veremos uma verdadeira escalada do mal. Já começa com assassinato – Caim matando Abel. E aí surgem as questões práticas inevitáveis: como as pessoas vão lidar com os problemas que crescem à medida que as populações também crescem e começam a se estabelecer em cidades, onde passam a viver próximas umas às outras? Como resolver os conflitos que surgirão inevitavelmente? Quem vai legislar? A quem recorrer para justiça?

Você está percebendo como as questões políticas são inevitáveis? Gênesis 6.5 registra: “O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal“. Os eventos envolvendo Caim e Abel, a maneira como o pecado continua presente mesmo após o dilúvio, a fundação de cidades como Nínive e Babilônia, e a busca dos seres humanos por fama, glória e poder – tudo isso confirma os efeitos devastadores da queda.

O Que Significa “Política” Afinal?

Por causa do péssimo exemplo daqueles que chamamos de “políticos”, a palavra “política” costuma ser tomada em sentido pejorativo, negativo. Muitas pessoas confundem política com maus políticos. Talvez seja isso que muitos cristãos têm em mente quando defendem que o cristão não deveria, de modo algum, se envolver com política. Bem, se é para ser mais um político corrupto e desonesto, então melhor não se envolver mesmo. Mas pergunto: será possível evitar a política totalmente? Isso é simplesmente impossível.

Apesar de todas as definições que alguém queira apresentar para “política”, para resgatarmos questões centrais nessa discussão devemos olhar para a origem da palavra e como ela ganhou seu significado. A palavra “política” vem do termo grego politikós, utilizado para designar o cidadão que vivia na pólis. Mas o que afinal seria pólis? A pólis é a cidade – ou, no sentido mais abrangente, a sociedade organizada.

Onde quer que pessoas vivam juntas, será necessário algum tipo de regulamento, de leis, de limites para que a convivência seja possível. A comunhão, o viver juntos, o relacionamento – isso é característica essencial dos seres humanos, como o próprio livro de Gênesis deixa claro. Apesar da queda, os seres humanos continuaram buscando uns aos outros. O pecado, porém, torna essa convivência conflituosa, marcada por rivalidades, invejas, ciúmes e intrigas.

Estabelece-se assim uma espécie de paradoxo: o ser humano, criado inicialmente para viver em comunhão e relacionamento, mostra-se incapaz de construir uma sociedade perfeita com relacionamentos 100% saudáveis. A busca de uns pelos outros – algo natural e desejável ao ser humano – torna-se também um desafio imenso de convivência.

Se partirmos de sua definição primordial, política nada mais é do que a necessidade humana de negociar em busca de uma convivência tolerável entre si. Essa necessidade humana de viver em sociedade também foi observada pelo famoso filósofo grego Aristóteles. Para ele, o ser humano é um “animal político” (zoon politikon), e está em sua natureza viver em sociedade.

Portanto, apesar da queda e do pecado, os seres humanos continuaram buscando uns aos outros. Voltemos ao livro de Gênesis. Depois do dilúvio, vemos o texto registrando o surgimento de cidades como Nínive, Reobote e Resém (Gênesis 10.11-12). Viver na cidade é viver na pólis. Viver na pólis, portanto, requer politiké – fazer política como a arte de negociar regras mínimas que possibilitem boa convivência.

Você ainda acha que o ser humano pode ignorar política? As pessoas podem discordar quanto às melhores soluções, sobre as leis mais adequadas, a respeito das melhores políticas públicas – mas só de fazerem isso, só de se disponibilizarem a debater tais temas, elas já revelam, como diria Aristóteles, que são “animais políticos”.

O Ingrediente Esquecido: O Pecado

O ingrediente que cristãos não podem ignorar nessa equação não é a política em si – é o pecado. O pecado não tira do ser humano sua necessidade de convivência, e a salvação em Jesus também não o retira deste mundo e das questões que envolvem ainda uma cidadania terrena. Cristãos votam e podem se candidatar a cargos políticos. Podem se envolver em grêmios estudantis, associações de bairro, diretoria de clubes e instituições das mais variadas frentes. Nada disso é proibido ou desaconselhável ao cristão. Pelo contrário: faz parte de seus deveres, de suas responsabilidades, de seu chamado.

Onde pessoas convivem umas com as outras, há movimento social – e, portanto, é desejável e até mesmo uma oportunidade de testemunho cristão envolver-se de forma saudável e ética. Qual é o problema então? É o velho e batido problema de sempre, aquele que corrompe todas as coisas: o pecado.

Voltemos a Gênesis. Que tipo de cidades os homens estão construindo? Qual é a motivação? O texto bíblico manifesta claramente as intenções dos seres humanos que se juntam para edificar cidades. Caim, depois de seu pecado de assassinato, foi se estabelecer a leste do Éden e fundou ali uma cidade (Gênesis 4.17). Já os descendentes de Noé se espalharam e foram fundando cidades.

É em Gênesis 11 que nos é apresentado o relato paradigmático de como surge a cidade que se tornaria o centro simbólico de oposição à Cidade de Deus:

“Saindo os homens do oriente, encontraram uma planície em Sinar e ali se fixaram. Disseram uns aos outros: ‘Vamos fazer tijolos e queimá-los bem.’ Usavam tijolos em lugar de pedras, e piche em vez de argamassa. Depois disseram: ‘Vamos construir uma cidade, com uma torre que alcance os céus. Assim nosso nome será famoso e não seremos espalhados pela face da terra.’” (Gênesis 11.2-4)

Os seres humanos não podem fugir daquilo que é sua natureza relacional – eles buscam uns aos outros. Porém, sua natureza caída e sua rebeldia revelada contra Deus os levam também a querer unir forças para fins que refletem seu pecado: fama, poder e glória. É isso que buscam.

Babel e Babilônia: O Paradigma da Cidade Rebelde

A Torre de Babel é bastante conhecida – mesmo quem nunca leu a Bíblia já ouviu falar dela. Cristãos certamente também conhecem bem a fama da cidade de Babilônia. Ainda assim, poucos fazem a relação fundamental: Babel é Babilônia. O que está surgindo aqui, com a história da Torre de Babel, é exatamente a Babilônia – uma cidade caracterizada por maldade, corrupção, idolatria e rebeldia contra Deus.

O foco é dado geralmente à torre, porém o objetivo com que os homens se uniram foi construir uma cidade – uma cidade, é verdade, com uma gigantesca torre. Mas sequer há indícios conclusivos de que essa torre realmente tenha sido finalizada, porque, como Gênesis relata, “o Senhor os dispersou dali por toda a terra, e pararam de construir a cidade” (Gênesis 11.8).

Se aqueles homens tiveram que parar de construir e se espalharam pelo mundo, então não chegaram a concluir no primeiro momento aquilo que pretendiam. No entanto, podemos deduzir que ao dizer que “se espalharam”, o texto permite entender que alguns permaneceram. Fato é que Deus coloca a humanidade no Perfeito Jardim, e essa humanidade prefere edificar para si a cidade babilônica, marcada pela busca de autonomia e desobediência.

Babilônia representa o projeto humano para a glorificação humana. E aí está o verdadeiro problema. O problema essencial não é a política enquanto arte de conviver e buscar os melhores meios para vivermos em sociedade. O problema é quando deixamos que pautas ocultas, motivações corruptas, nos movam de modo a instrumentalizar tudo para fins egoístas e egocêntricos.

Democracia Representativa e Suas Limitações

O tipo de cidadania ou de participação política que nós brasileiros conhecemos na sociedade atual é de participação indireta – aquilo que chamamos de democracia representativa. Resumidamente, temos o direito de votar em pessoas encarregadas da administração pública. Esperamos, portanto, que esses agentes políticos – aqueles que elegemos para nos representar – façam o melhor pela pólis, pela cidade. Ou seja, que trabalhem de forma justa pelo bem comum.

A conclusão disso tudo é simples: pensamos a política simplesmente como a atividade da gestão do Estado, do orçamento público e das decisões coletivas. Assim, quando pensamos em “políticos”, o que vem à cabeça? Vereadores, prefeitos, governadores, presidente, deputados, senadores etc. Dado que aí teremos os verdadeiros “representantes do povo”, elegemos pecadores para representar pecadores. Não surpreende que a maioria passe a se comportar como aqueles primeiros homens que estavam edificando Babel.

Olhando para isso tudo, pensamos: “Nossa, isso não é coisa para cristão! Só tem coisa errada, os políticos só pensam em si, são corruptos, usam o Estado para fins particulares.” Mas é justo resumir a política apenas a isso? Estaremos realmente contribuindo para boa convivência e para políticas públicas justas pensando dessa forma?

Na prática, isso resulta mais ou menos no seguinte: não podemos deixar de viver em sociedade, mas abrimos mão de participar na busca de políticas públicas mais justas. Ficamos apenas reclamando que as coisas estão ruins, que nada funciona. Vivemos na Babilônia, reclamamos da vida na Babilônia, sofremos as consequências das injustiças da Babilônia – mas dizemos que não nos é lícito nos envolvermos com as coisas que poderiam mudar a realidade e melhorar a vida na Babilônia.

No máximo, comparecemos às urnas e depositamos nosso voto em algum “messias político” que se mostra incapaz de resolver os problemas por nós. Aqueles que ainda fazem isso, porque tem gente que nem isso faz mais. Muitos abriram mão até desse mínimo e buscam sobreviver de forma anárquica, indiferente, sob algum tipo de “entorpecimento” qualquer que lhes permite esquecer que, queiram ou não, vivem nessa mesma Babilônia.

A pergunta é: será mesmo justo culparmos apenas a política e os políticos quando nossas próprias motivações e atitudes – mesmo que seja apenas “lavar as mãos” – refletem também a arrogância e a apatia que gostamos de criticar nos outros?

A Esperança Além de Babel: Uma Cidade Diferente

Se o texto bíblico terminasse com esses onze primeiros capítulos de Gênesis, teríamos apenas uma mensagem pessimista, de desespero e desesperança. Quem ousa continuar a leitura, porém, verá que Deus apresenta outra possibilidade. O chamado de Abraão consiste em olhar para outra realidade, que culminará em uma nova cidade – uma cidade que se opõe totalmente a Babilônia.

Uma visão desta cidade redimida nos é revelada progressivamente ao longo de toda a Escritura e surge triunfante em Apocalipse 21-22: a Nova Jerusalém, onde Deus habitará com Seu povo, onde não haverá mais lágrimas, morte ou injustiça. Essa é a cidade que o patriarca Abraão buscava: “Pois ele esperava a cidade que tem alicerces, cujo arquiteto e edificador é Deus” (Hebreus 11.10).

Aplicação para 2026: Como Votar e Participar Com Sabedoria

Diante de tudo isso, e especialmente considerando o momento crítico que enfrentamos com as eleições de 2026, como cristãos devem pensar e agir politicamente?

1. Reconheça que participação política é mordomia, não opcional

Assim como somos mordomos dos recursos que Deus nos confia, somos mordomos da cidadania que Ele nos deu. Abrir mão de votar conscientemente, de fiscalizar políticos, de debater políticas públicas – isso é negligência da mordomia que nos foi confiada.

2. Não idolatre partidos, candidatos ou ideologias

Nenhum partido é “o partido de Deus”. Nenhum candidato é messias. Nenhuma ideologia política (direita, esquerda, centro) é sinônimo de cristianismo. Sua identidade primária é cristão, não partidário. Lealdade final pertence a Cristo, não a políticos.

3. Avalie candidatos por caráter e propostas, não apenas por retórica religiosa

Um candidato que cita a Bíblia mas propõe políticas injustas não merece seu voto. Um candidato que não professa fé cristã mas defende políticas que promovem justiça, dignidade humana e bem comum pode ser escolha mais sábia. Discernimento requer olhar além da performance religiosa.

4. Defenda princípios bíblicos, não apenas “pautas evangélicas”

Há diferença entre defender princípios bíblicos abrangentes (justiça, dignidade humana, cuidado com vulneráveis, mordomia da criação, integridade) e reduzir o voto a duas ou três “pautas morais” específicas. O evangelho é mais amplo que política de costumes.

5. Seja sal e luz, não milícia partidária

Cristãos são chamados a ser sal (preservar, temperar) e luz (iluminar, expor verdade) na sociedade (Mateus 5.13-16). Não somos chamados a ser milícia de campanha, exército de ódio nas redes sociais ou facção religiosa que destrói pontes de diálogo.

Conclusão: Vivendo na Babilônia, Aguardando a Nova Jerusalém

Enquanto esperamos a consumação do Reino de Deus e a Nova Jerusalém que descerá dos céus, vivemos na Babilônia – ou melhor, em múltiplas “babilônias” contemporâneas. Nossa tarefa não é construir o céu na terra através de poder político, nem escapar para um isolamento monástico que ignora o sofrimento ao redor.

Nossa tarefa é viver como cidadãos da pátria celestial que ainda habitam temporariamente a cidade terrena. Isso significa participar, votar, debater, propor – mas sempre com a consciência de que nossa esperança final não repousa em eleições, mas na volta de Cristo. Como resumiu Agostinho magistralmente em “A Cidade de Deus”: há duas cidades sendo edificadas simultaneamente – a Cidade de Deus (movida por amor a Deus) e a Cidade dos Homens (movida por amor próprio). Cristãos vivem na tensão entre essas duas realidades.

Portanto, neste ano de 2026, vote. Participe. Debata. Fiscalize. Mas faça tudo isso como cidadão do Reino que ainda peregrina na terra, não como quem deposita esperança última em salvadores políticos. E acima de tudo, lembre-se: o problema nunca foi a política em si, mas o pecado que a corrompe – e esse pecado está tanto “lá fora” quanto dentro de cada um de nós.

Que Deus nos conceda sabedoria para vivermos fielmente na pólis terrena enquanto aguardamos a Cidade Celestial. E que nossa participação política reflita não a busca por Babel (poder, fama, glória humana), mas antecipe, ainda que imperfeitamente, a justiça e a paz da Nova Jerusalém.


💬 PARA REFLEXÃO:

Como você tem pensado sobre seu papel político como cristão? Você tende mais para o extremo da omissão ou da mistura sem critério? Que princípios bíblicos devem guiar seu voto em 2026? Como equilibrar responsabilidade cívica com esperança escatológica?

Compartilhe nos comentários sua reflexão sobre esse tema crucial para nossa geração.


“Busquem a paz da cidade para a qual eu os deportei e orem ao Senhor em favor dela, porque a paz dela trará paz a vocês.” (Jeremias 29.7)


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