Convicção Sem Violência: Por Que Protestantes Precisam Condenar Agressões a Símbolos Católicos

Os dados do Ministério dos Direitos Humanos são alarmantes: em 2024, o Brasil registrou 3.853 violações motivadas por intolerância religiosa – um aumento de 81% em relação a 2023. Entre essas violações, 93 casos foram de evangélicos agredindo praticantes de umbanda e candomblé. Católicos registraram 53 casos de discriminação religiosa [1].

Mas os números não capturam o custo humano completo. Famílias divididas. Procissões invadidas. Imagens destruídas publicamente. Fiéis humilhados. E, pior ainda: o nome de Cristo associado a violência, ódio e intolerância.

Este não é um artigo neutro. É um chamado profético à comunidade evangélica brasileira: precisamos nos arrepender. Precisamos condenar publicamente. Precisamos restaurar nosso testemunho.

Minha Convicção Teológica (Que Não Muda)

Preciso ser transparente desde o início: como cristão de tradição protestante, creio que adoração é devida somente a Deus. O Segundo Mandamento é claro: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto” (Êxodo 20.4-5).

Tenho diferenças teológicas sérias com o catolicismo romano sobre Maria, sobre veneração de imagens, sobre sacramentos, sobre autoridade papal. Essas diferenças não são periféricas – estão no centro do que significa ser protestante. A Reforma do século 16 aconteceu, em parte, por causa dessas questões. E essas diferenças importam. Não as relativizo.

Quando vejo católicos rezando diante de imagens de Maria, acendendo velas para santos, fazendo procissões com estátuas – creio, sinceramente, que estão equivocados teologicamente. Creio que estão direcionando devoção a criaturas que deveria ser dirigida somente ao Criador. E creio que tenho responsabilidade de, com amor e respeito, testemunhar da suficiência de Cristo e da inadequação de mediadores humanos além dEle.

Mas – e isto é absolutamente crucial – ter convicções teológicas diferentes não me dá direito de agredir, humilhar, destruir propriedade alheia ou desumanizar quem discorda de mim.

O Que a Bíblia Diz Sobre Como Tratamos Aqueles com Quem Discordamos

A Escritura é cristalina sobre como cristãos devem se relacionar com aqueles que têm convicções diferentes – mesmo convicções que consideramos profundamente erradas.

Paulo escreve em Romanos 12.18: “Se possível, quanto depender de vocês, vivam em paz com todos.” Todos. Não apenas com outros protestantes. Não apenas com quem concorda conosco teologicamente. Todos.

Pedro instrui em 1 Pedro 3.15: “Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês. Contudo, façam isso com mansidão e respeito.” Mansidão e respeito. Não agressão e escárnio.

Jesus ordena em Mateus 5.44: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem.” Se devemos amar inimigos, quanto mais pessoas com quem simplesmente discordamos teologicamente?

O modelo bíblico é claro: podemos – e devemos – ter convicções firmes. Podemos – e devemos – defender a verdade. Mas sempre com amor, respeito e mansidão. Violência contra símbolos religiosos de outras pessoas não é fidelidade bíblica. É pecado.

Paulo em Atenas: O Modelo de Convicção Sem Violência

Há um episódio em Atos 17.16-34 que é profundamente relevante aqui. Paulo chega em Atenas e o texto diz: “Enquanto os esperava em Atenas, Paulo ficou profundamente indignado ao ver que a cidade estava cheia de ídolos” (v. 16).

Paulo não era relativista. Ele não pensava: “Bem, cada um com sua verdade. Os atenienses têm suas crenças, eu tenho as minhas.” Não. Ele ficou profundamente indignado. A idolatria o incomodava visceralmente.

Mas o que Paulo fez com essa indignação?

Ele não destruiu altares. Não chutou imagens. Não invadiu templos pagãos gritando insultos. Ao contrário, “por isso, discutia na sinagoga com judeus e com gregos tementes a Deus, bem como na praça principal, todos os dias, com aqueles que por ali se encontravam” (v. 17).

Paulo dialogou. Argumentou. Explicou. Persuadiu. E quando teve oportunidade de pregar no Areópago, ele até citou positivamente poetas pagãos gregos para fazer conexão com sua audiência (v. 28).

Esse é o modelo bíblico: convicção profunda + respeito genuíno + diálogo honesto. Não: convicção profunda + violência simbólica + desumanização do outro.

Os Dados: O Que Está Acontecendo no Brasil

Segundo relatório do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), divulgado em janeiro de 2025:

  • 3.853 violações motivadas por intolerância religiosa foram registradas em 2024 no Disque 100
  • Isso representa aumento de 81% em relação a 2023 (2.128 violações)
  • Se considerados os dados entre 2021 e 2024, o crescimento é de 323%

As religiões mais afetadas são:

  • Umbanda: 234 violações (contra 84 em 2023)
  • Candomblé: 214 violações (contra 58 em 2023)
  • Evangélicos: 111 casos
  • Católicos: 53 casos

E o dado mais perturbador: 93 violações contra praticantes de umbanda e candomblé foram cometidas por suspeitos evangélicos.

Os estados com maior incidência: São Paulo (919 casos), Rio de Janeiro (764), Bahia (226)[2].

Preciso ser honesto sobre limitações desses dados. “Intolerância religiosa” pode incluir desde agressão física até ofensa verbal, desde destruição de propriedade até simples desrespeito. Nem todo caso envolveu violência física. E é possível que o aumento reflita, em parte, maior conscientização e disposição de denunciar, não apenas aumento real de casos.

Mas mesmo reconhecendo essas nuances, a tendência é clara e preocupante: há um problema real de violência religiosa no Brasil. E evangélicos estão desproporcionalmente envolvidos como agressores.

Os Casos Históricos Que Não Podemos Esquecer

1978: A Imagem Original de Aparecida

Em 16 de maio de 1978, durante missa noturna na Basílica Histórica de Aparecida, um jovem protestante de 19 anos, Rogério Marcos de Oliveira, aproveitou um blecaute, pulou no nicho da imagem de Nossa Senhora Aparecida, quebrou o vidro protetor e roubou a imagem. Ao ser alcançado por guardas na rua, jogou a imagem no chão de cimento, despedaçando-a em mais de 200 pedaços [3].

O jovem foi diagnosticado com esquizofrenia e passou o restante de sua vida (morreu atropelado em 2011) em São José dos Campos, convivendo com transtorno mental grave. Segundo relatos, ele fazia parte de um grupo protestante iconoclasta que o havia exortado a “destruir todas as imagens que pudesse”.

A imagem foi restaurada pela artista plástica Maria Helena Chartuni em 33 dias de trabalho intenso no MASP. O retorno da imagem a Aparecida, em 19 de agosto de 1978, mobilizou milhões de brasileiros em comoção nacional.

1995: O “Chute na Santa”

Em 12 de outubro de 1995, dia de Nossa Senhora Aparecida, o pastor Sérgio Von Helder, então bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, chutou repetidamente uma imagem de Nossa Senhora ao vivo no programa “O Despertar da Fé”, transmitido pela Rede Record.

Von Helder argumentava que o povo brasileiro estava “errando ao rezar para santos e ídolos” e, para “demonstrar” que eram “apenas objetos sem poder”, aplicou chutes na imagem enquanto dizia: “Nós estamos mostrando que, olha só, isso aqui não funciona! Será que Deus pode ser comparado a um boneco desse, tão feio, tão horrível?”

A repercussão foi imensa. Houve ataques a templos da Universal em todo o país. Edir Macedo, líder da Igreja, desautorizou publicamente Von Helder e pediu desculpas aos católicos. Von Helder foi transferido para o exterior e, anos depois, saiu da Universal. Ele foi condenado em 1997 a dois anos e dois meses de prisão por discriminação e vilipêndio à imagem [4].

Décadas depois, em vídeos nas redes sociais, Von Helder continuava defendendo suas ações, sem demonstrar arrependimento. “Para falar da idolatria, eles (pastores) não falam. Por que? Não dá oferta? Vai desagradar a vovozinha que é católica? Vou perder gente?”, questionou em live de 2021.

2024-2025: Casos Recentes

Vídeos recentes circulam mostrando evangélicos pisando em imagens de Nossa Senhora, chutando estátuas, invadindo procissões na Bahia e outros estados. Comentários em redes sociais celebram como “vitória contra idolatria” ou “coragem de confrontar o erro”.

Mas há algo profundamente perturbador nisso. Não é coragem. É fanatismo.

As Raízes do Fanatismo: Diagnóstico Teológico

Por que isso acontece? Como chegamos ao ponto em que pessoas que professam seguir a Cristo – que lavou os pés de seus discípulos e morreu pelos inimigos – acham aceitável agredir símbolos sagrados de outros?

Primeira raiz: Falta de formação teológica sólida. Muitos evangélicos brasileiros cresceram em igrejas sem ensino doutrinário profundo. Aprenderam slogans (“só Jesus salva”), mas não teologia sistemática. Sabem que “são contra imagens”, mas não compreendem por quê teologicamente, nem como essa convicção se relaciona com o mandamento de amar o próximo.

Segunda raiz: Confusão entre zelo e ódio. Zelo por Deus é bíblico e necessário (Salmos 69.9). Mas ódio disfarçado de zelo é pecado. Quando alguém sente prazer em humilhar outro, quando celebra agressão, quando desfruta do sofrimento alheio – isso não é zelo. É sadismo espiritual.

Terceira raiz: Liderança deficiente. Onde estão os pastores, bispos e líderes evangélicos condenando publicamente essas ações? Alguns até incentivam, sutilmente ou abertamente. Outros permanecem silenciosos por medo de “parecer liberais” ou “defender idolatria”. Mas silêncio diante do mal é cumplicidade.

Quarta raiz: Teologia pobre que não ensina amor ao próximo. Muitas igrejas enfatizam “guerra espiritual” contra “demônios”, mas esquecem que nossa luta não é contra pessoas de carne e sangue (Efésios 6.12). Quando católicos ou praticantes de outras religiões são vistos como “inimigos” a serem derrotados, não como pessoas amadas por Deus a serem servidas, algo deu muito errado.

Quinta raiz: Falta de exemplo de liderança. Se líderes evangélicos influentes não condenam publicamente violência religiosa, a mensagem implícita é: “Isso é aceitável.” E jovens cristãos, vendo o silêncio, concluem que agressão é compatível com fé.

Responsabilidade da Comunidade Evangélica: Precisamos Nos Arrepender

Aqui está a parte difícil. Precisamos nos arrepender como comunidade.

Não estou dizendo que todo evangélico comete ou apoia violência religiosa. A vasta maioria não o faz. Mas enquanto comunidade, temos responsabilidade coletiva de:

Primeiro: Condenar publicamente e sem ambiguidade. Pastores precisam pregar sermões claros: “Violência contra símbolos religiosos de católicos, umbandistas, candomblecistas ou qualquer outro grupo é pecado. Não é fidelidade a Cristo. É desobediência a Cristo.”

Segundo: Disciplinar membros que praticam violência. Se alguém em nossa igreja destrói imagens católicas, invade terreiros, agride fiéis de outras religiões – essa pessoa não pode continuar em comunhão plena até demonstrar arrependimento genuíno. Paulo é claro em 1 Coríntios 5.12-13: “Pois, como haveria eu de julgar os de fora da igreja? Acaso não devem vocês julgar os que estão dentro? Deus julgará os de fora. ‘Expulsem o perverso do meio de vocês.’”

Terceiro: Educar nossa comunidade. Ensinar que convicção teológica e respeito não são opostos. Que é possível crer que catolicismo está errado teologicamente e ainda assim tratar católicos com dignidade, amor e respeito. Que defender a verdade não exige desrespeitar pessoas.

Quarto: Pedir perdão publicamente. Quando evangélicos cometem violência religiosa, lideranças evangélicas deveriam ir publicamente a comunidades católicas e de religiões de outras expressões, pedir perdão e comprometer-se a educar suas comunidades. Não para relativizar diferenças teológicas, mas para restaurar relacionamento quebrado por pecado.

Quinto: Reconhecer que nosso testemunho está comprometido. Como pregar “Deus é amor” (1 João 4.8) quando somos conhecidos por ódio? Como evangelizar quando nosso nome está associado a violência? O mundo observa. E o que veem?

Como Discordar com Amor: Modelo Prático

Então, como protestantes devem se relacionar com católicos (e outros) sobre diferenças teológicas profundas?

Primeiro: Reconheça a humanidade da pessoa. Católicos não são “inimigos”. São pessoas feitas à imagem de Deus, amadas por Cristo, por quem Ele morreu. Mesmo discordando teologicamente, posso amá-los, respeitá-los, tratá-los com dignidade.

Segundo: Dialogue com honestidade e respeito. Posso dizer a um amigo católico: “Creio sinceramente que você está equivocado ao rezar para Maria. A Bíblia ensina que há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo (1 Timóteo 2.5). Posso explicar por quê?” Isso é diálogo honesto, não agressão.

Terceiro: Viva de forma que demonstre superioridade de Cristo, não apenas argumente. O melhor argumento contra veneração de santos não é destruir imagens, mas viver uma vida tão cheia de Cristo, tão transformada pelo Evangelho, tão marcada por amor, que outros vejam e desejem o que temos.

Quarto: Ore por aqueles com quem discorda. Paulo e Pedro discordaram profundamente em Antioquia (Gálatas 2.11-14). Paulo confrontou Pedro publicamente. Mas ambos continuaram irmãos, orando um pelo outro. Confronto teológico duro não exige desumanização.

Quinto: Lembre que conversão é obra do Espírito. Não consigo “forçar” ninguém a se converter destruindo imagens ou humilhando. Conversão acontece quando o Espírito Santo abre olhos cegos (2 Coríntios 4.4-6). Minha responsabilidade é testemunhar fielmente e amar sacrificialmente. Resultados pertencem a Deus.

O Fruto do Espírito vs. Fruto da Carne

Paulo lista em Gálatas 5.22-23 o fruto do Espírito: “amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio.”

E em Gálatas 5.19-21, o fruto da carne: “imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja…”

Quando evangélicos agridem símbolos católicos, qual fruto estão manifestando? Amor ou ódio? Paz ou discórdia? Amabilidade ou ira? Mansidão ou agressão? Domínio próprio ou explosão descontrolada?

A resposta é óbvia. E condenatória.

Violência religiosa – mesmo contra símbolos, não pessoas – contradiz TODOS os frutos do Espírito. É manifestação da carne, não do Espírito. É pecado, não santidade.

Conclusão: O Chamado a Ser Sal e Luz

Jesus disse em Mateus 5.13: “Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens.”

Quando cristãos são conhecidos por violência, ódio e intolerância, perdemos nosso sabor. Não somos mais sal que preserva e tempera. Somos sal que perdeu utilidade e é pisado.

Jesus também disse em Mateus 5.14-16: “Vocês são a luz do mundo… Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai que está nos céus.”

Quando o mundo vê evangélicos agredindo símbolos católicos, eles glorificam a Deus? Ou blasfemam o nome de Cristo?

A resposta é clara. E deveria nos levar ao arrependimento.

Precisamos recuperar nosso testemunho. Precisamos demonstrar que é possível ter convicções teológicas profundas E amor genuíno pelo próximo. Que é possível crer que outros estão errados E tratá-los com respeito. Que é possível defender a verdade COM mansidão e respeito.

Jesus prometeu em Mateus 16.18: “Edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la.” A Igreja não será derrotada. Mas quando associamos o nome de Cristo a violência, quando manchamos o Evangelho com ódio, quando substituímos amor por agressão – estamos trabalhando contra a missão de Cristo, não a favor dela.

Que Deus nos dê graça para nos arrependermos. Que nos dê coragem para confrontar violência em nossas comunidades. Que nos dê sabedoria para discordar com amor. E que nos dê fidelidade para viver de modo que o mundo veja Cristo em nós – não fanatismo, mas amor; não violência, mas paz; não ódio, mas graça.

Convicção sem violência. Verdade com amor. Fidelidade com mansidão. Esse é o caminho de Cristo. E precisa ser nosso caminho também.


Como você tem testemunhado Cristo diante de pessoas com quem discorda teologicamente? Sua vida demonstra que é possível ter convicções firmes e amor genuíno simultaneamente? Compartilhe suas reflexões – e se você já presenciou ou cometeu violência religiosa, que este seja momento de arrependimento e restauração.


Referências:

[1] Os dados referem-se a registros de violações no Disque 100, que incluem desde agressões físicas e destruição de propriedade até injúrias e discriminação. Especialistas apontam que o aumento pode refletir tanto uma piora no cenário quanto uma maior conscientização e disposição para denunciar. Fontes: Agência Brasil: Intolerância religiosa: denúncias aumentaram 81% em 2024; UOL: Denúncias de intolerância religiosa disparam 81% em 2024; umbanda e candomblé são os mais atingidos

[2] Fonte: CNN Brasil: Intolerância Religiosa no Brasil Cresceu mais de 80%

[3] Fonte: Portal G1: Igreja celebra 40 anos de restauro de imagem de Nossa Senhora Aparecida com carreata na Dutra

[4] Fonte: Folha de S. Paulo: Bispo da Universal é condenado a dois anos por chutar santa


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Depois de refletir sobre por que protestantes devem rejeitar toda forma de agressão religiosa, há um passo seguinte essencial: reaprender o que significa viver uma fé verdadeiramente ampla, pública e integral.

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Com tradução fluida, notas explicativas e um posfácio especial que dialoga com os desafios da igreja brasileira atual, esta edição mostra por que o Evangelho não teme a cultura – ele a transforma.

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