Quando o Púlpito Deixa de Pregar Cristo: A Urgência de Resgatar a Teologia Luterana na Pregação

A pregação cristã sempre viveu em meio a tentações. Algumas são antigas e conhecidas: o moralismo que transforma o evangelho em lista de deveres, o legalismo que escraviza consciências, o sentimentalismo que reduz a fé a emoções passageiras. Mas há uma tentação particularmente sedutora em nossos dias — e que tem capturado púlpitos com uma frequência preocupante: a instrumentalização política da Bíblia e do evangelho. Quando isso acontece, a pregação deixa de ser proclamação de Cristo crucificado e ressuscitado para se tornar propaganda ideológica disfarçada de profecia. O resultado é devastador: consciências são escravizadas, a igreja perde sua identidade, e Cristo é obscurecido.

Este artigo não é um ataque a pregadores específicos, mas um chamado urgente à igreja: precisamos resgatar os pilares da teologia e da homilética luterana. Precisamos voltar a pregar Cristo, distinguir claramente entre Lei e Evangelho, viver sob a teologia da cruz, discernir entre os dois reinos e proclamar a justificação pela graça, sem transformar o mundo em uma batalha maniqueísta entre “justos” e “injustos”. A pregação que perde esses fundamentos não liberta; ela aprisiona. Não consola; ela esmaga. Não proclama Cristo; ela o usa como pretexto para agendas que não vêm dele.

O problema: quando a pregação se torna propaganda

Há um padrão recorrente em pregações que instrumentalizam o evangelho para fins políticos. Elas geralmente começam bem: afirmam que Jesus é a Palavra, que ele é a luz do mundo, que a Bíblia deve apontar para Cristo. Até aqui, tudo correto. Mas então algo acontece. A cristologia inicial, clara e robusta, vai sendo diluída ao longo da mensagem. Cristo deixa de ser o centro e passa a ser um símbolo, uma metáfora, um exemplo moral ou um pretexto para defender uma causa política. A luz de Cristo, que deveria iluminar a todos — pecadores de todas as tribos, nações e posições políticas — é reduzida a um farol tribal que ilumina apenas “os nossos” e condena “os deles”.

Há exemplos que são didáticos e nos ajudam a perceber essa dinâmica. Imagine um pregador que, ao falar sobre Herodes e a matança dos inocentes, compara um líder político contemporâneo a esse tirano bíblico, mas ignora completamente as atrocidades cometidas por líderes do campo político que ele favorece. Ele chora pelas vítimas de um lado, mas silencia sobre o sofrimento causado pelo outro. Ele transforma a história bíblica em arma retórica, não em proclamação do evangelho. Isso não é pregação profética; é propaganda ideológica. E a tentação não é exclusiva de um espectro: outros fazem o mesmo quando escolhem suas “figuras bíblicas” para atacar o inimigo preferido e, com isso, blindar moralmente seus aliados.

O problema não está em mencionar questões políticas ou sociais no púlpito. A Escritura fala sobre justiça, paz, cuidado com os pobres, denúncia da opressão. O problema está em transformar uma posição política específica em dogma evangélico, em usar a Bíblia como munição para uma agenda externa, e em silenciar seletivamente sobre injustiças que não se encaixam na narrativa ideológica. Quando isso acontece, a pregação deixa de ser Palavra de Deus e passa a ser palavra humana disfarçada de divina.

Primeiro pilar: Cristo no centro, sempre

A teologia luterana é radicalmente cristocêntrica. Isso significa que Cristo não é apenas o ponto de partida da pregação, mas o centro, o fundamento e o objetivo. Tudo na Escritura aponta para ele. Tudo na pregação deve proclamá-lo. Não Cristo como exemplo moral, não Cristo como símbolo de resistência, não Cristo como mascote de uma causa política, mas Cristo crucificado por pecadores e ressuscitado para nossa justificação.

Quando a cristologia é diluída, a pregação perde sua força salvífica. Frases como “há uma luz dentro de nós” ou “essa luz nos dá energia para reconectar as partes quebradas de nós mesmos” podem soar bonitas e inspiradoras, mas não são evangelho. Elas transformam a luz de Cristo em capacidade interna, em potencial humano, em recurso terapêutico. Isso não é pregação luterana; é autoajuda com verniz religioso.

A pregação luterana proclama que a luz não está “dentro de nós” como se fosse uma capacidade latente esperando ser ativada. A luz é Cristo, externo a nós, que nos justifica pela graça mediante a fé. Ele brilha sobre nós, não porque tenhamos algum mérito ou potencial, mas porque ele é misericordioso. Nós não “deixamos a luz brilhar” como se dependesse de nossa decisão ou esforço; Cristo brilha, e nós recebemos essa luz pela fé. A diferença é crucial: uma abordagem coloca o foco na resposta humana; a outra, na ação de Deus.

Quando a pregação perde esse centro cristológico, ela inevitavelmente resvala em moralismo ou ideologia. Cristo vira pretexto, e a pregação vira discurso sobre o que nós devemos fazer, o que nós devemos apoiar, como nós devemos agir. Isso não liberta ninguém. Isso escraviza.

Segundo pilar: distinção clara entre Lei e Evangelho

Um dos maiores legados da Reforma Luterana é a distinção entre Lei e Evangelho. Essa distinção não é apenas uma ferramenta hermenêutica; é o coração da pregação cristã. A Lei revela o pecado, acusa o coração, expõe nossa impotência diante de Deus e ordena a vida civil. O Evangelho perdoa, reconcilia, justifica pela fé e dá vida nova em Cristo. Confundir essas duas vozes é desastroso.

Há duas formas comuns de confusão. A primeira é diluir o Evangelho, transformando-o em terapia, sociologia, ética genérica ou projeto político. Quando a pregação diz que “a luz nos dá energia para reconectar as partes quebradas de nós mesmos”, ela está usando linguagem terapêutica, não evangélica. O Evangelho não nos dá “energia para reconectar”; ele nos perdoa, nos reconcilia com Deus e nos dá vida nova em Cristo. A diferença é fundamental: terapia foca em capacitação interna; Evangelho foca em justificação externa.

A segunda forma de confusão é absolutizar a Lei, transformando-a em código de pureza ideológica, linguística ou moral. Isso acontece quando a pregação cria novas exigências como condição de retidão: “Se você não condena esse líder político, você está do lado da escuridão.” “Se você não apoia essa causa, você não está deixando a luz brilhar.” “Se você não usa essa linguagem, você não acolhe.” Essas são novas leis, não Evangelho. E como toda lei, elas acusam, escravizam e desesperam.

A pregação luterana deve fazer duas coisas com clareza: acusar com a Lei onde há autojustificação e consolar com o Evangelho onde há desespero. Ela não transforma a Lei em Evangelho (como se conformidade moral ou ideológica nos justificasse), nem transforma o Evangelho em Lei (como se a graça dependesse de nossa performance). Ela mantém as duas vozes distintas, cada uma cumprindo seu papel: a Lei mata, o Evangelho vivifica.

Terceiro pilar: teologia da cruz, não teologia da glória

Martinho Lutero distinguiu entre dois tipos de teologia: a teologia da glória e a teologia da cruz. A teologia da glória busca Deus onde ele se manifesta de forma poderosa, triunfante, respeitável. Ela quer uma igreja forte, pura, moralmente impecável, culturalmente relevante, do lado certo da história. A teologia da cruz, por outro lado, encontra Deus onde ele se esconde: na fraqueza, na cruz, no escândalo do evangelho, na pregação de Cristo crucificado que é loucura para uns e escândalo para outros.

A tentação da teologia da glória não vem apenas da direita conservadora, que busca uma igreja “pura” e “tradicional”. Ela vem também da esquerda progressista, que busca uma igreja “relevante”, “profética”, “do lado certo da história”. Ambas as versões prometem uma igreja sem escândalo, sem contradição, sem a ofensa da cruz. Ambas trocam o Crucificado por alguma forma de poder: poder moral, poder cultural, poder político.

Quando a pregação transforma Cristo em símbolo de resistência política, quando ela divide o mundo em “nós” (os iluminados, os justos, os que estão do lado certo) e “eles” (os opressores, os injustos, os que estão na escuridão), ela está praticando teologia da glória. Ela promete uma igreja triunfante, uma igreja que sabe quem são os bons e quem são os maus, uma igreja que controla sua imagem e busca aprovação cultural.

Mas a teologia da cruz nos ensina outra coisa: a igreja não controla sua imagem; ela prega Cristo crucificado e deixa que o mundo a julgue como quiser. A igreja não divide a humanidade em tribos morais; ela proclama que todos somos pecadores e todos precisamos de Cristo. Isso inclui líderes políticos de todos os espectros, vítimas e perpetradores, oprimidos e opressores. Todos estão sob a Lei; todos precisam do Evangelho.

A pregação que pratica teologia da glória cria orgulho tribal nos “iluminados” e desespero nos “excluídos”. A pregação que pratica teologia da cruz humilha a todos com a Lei e consola a todos com o Evangelho. Ela não promete vitória cultural ou moral; ela promete Cristo, e isso basta.

Quarto pilar: Evangelho que liberta, não que escraviza

A liberdade cristã é um dos temas centrais da teologia luterana. Cristo nos libertou da escravidão da Lei, do pecado e da morte. Essa liberdade não é licença para pecar, mas liberdade da tirania da autojustificação. Não precisamos mais provar nosso valor diante de Deus por meio de performance moral, ideológica, linguística ou religiosa. Somos justificados pela fé em Cristo, e isso nos liberta para servir ao próximo com amor.

Mas há pregações que, em vez de libertar, escravizam. Elas fazem isso de forma sutil, transformando o Evangelho em nova exigência. Um exemplo recorrente é quando o chamado à fé — que é bíblico e necessário — é formulado de modo que a “decisão” do ouvinte pareça completar o que Cristo não completou, como se a graça dependesse da nossa vontade, do nosso esforço, da nossa capacidade. E se eu não consigo? E se eu estou exausto, quebrado, sem energia? Então a culpa recai sobre mim, porque eu não “deixei a luz brilhar”, não “deixei Cristo entrar”, não “senti o Espírito me tocar”. Nesse ponto, o que deveria consolar vira acusação.

Isso não é Evangelho; é Lei reaparecendo com nova aparência. E como toda lei, ela esmaga consciências fracas. A pregação luterana não coloca o peso do “resultado” sobre o ouvinte como se a fé fosse uma obra justificadora. Ela proclama: Cristo brilha sobre você pela graça, independente da sua capacidade de performar. Você está justificado pela fé, não por mérito. Você está livre.

Outro exemplo de escravidão é a criação de culpa ideológica. Quando a pregação diz, explícita ou implicitamente, que “se você não condena esse líder político, você está do lado da escuridão” ou “do lado errado da história”, ela está criando uma nova métrica de retidão. Agora não basta ter fé em Cristo; você precisa ter a posição política correta. Isso é chantagem de consciência, não Evangelho.

A pregação que liberta não cria novas exigências como condição de aceitação diante de Deus. Ela proclama que Cristo já fez tudo. Ela consola o aflito com a promessa de perdão gratuito. Ela acusa o autojustificado com a Lei, mas sempre aponta para Cristo como único Salvador. Ela não transforma a igreja em tribunal ideológico; ela a mantém como comunidade de pecadores perdoados.

Quinto pilar: discernimento entre os dois reinos

A doutrina luterana dos dois reinos (ou dois governos) é frequentemente mal compreendida, mas é essencial para a pregação fiel. Ela distingue entre o governo espiritual (onde Deus age por meio da Palavra e dos Sacramentos, pregando Cristo, perdoando pecados, dando vida nova) e o governo civil (onde Deus age por meio de autoridades, leis, instituições, preservando a ordem e promovendo o bem comum).

Essa distinção não significa que a igreja deve ficar calada diante de injustiças. Significa que a igreja não deve confundir sua missão com a missão do Estado. A igreja existe para pregar Cristo, batizar, celebrar a Ceia, absolver pecadores, formar discípulos. Quando a igreja se transforma em braço de ativismo político, ela perde sua identidade. Quando o púlpito vira palanque, a pregação deixa de ser Palavra de Deus.

Teólogos e pastores do século XX alertaram, com razão, que essa distinção pode ser distorcida e usada como desculpa para omissão diante do mal. É um alerta necessário. A igreja não pode se esconder atrás de uma suposta “neutralidade” enquanto atrocidades são cometidas. Mas a solução também não é transformar a igreja em partido político. A solução é manter a distinção e exercer a vocação profética com discernimento.

Isso significa que a igreja pode e deve denunciar injustiças, defender os fracos, clamar por paz e justiça. Mas ela faz isso sem transformar uma posição política específica em dogma evangélico. Ela faz isso sem silenciar seletivamente sobre injustiças que não se encaixam na narrativa ideológica. Ela faz isso sem dividir o mundo em tribos morais.

Quando um pregador compara um líder político a Herodes ou a Pilatos, mas ignora as atrocidades cometidas por líderes do campo político que ele favorece, ele não está exercendo profecia; ele está fazendo propaganda. Quando a igreja condena a violência de um lado, mas silencia sobre a violência do outro, ela perde sua credibilidade moral e sua identidade como comunidade do Evangelho.

A pregação luterana discerne entre os dois reinos. Ela reconhece que questões políticas são complexas e pertencem ao âmbito da prudência civil, não do dogma evangélico. Ela proclama Cristo para todos — líderes políticos de todos os espectros, vítimas e perpetradores, oprimidos e opressores. Ela não transforma a igreja em Estado, nem o Estado em igreja.

Sexto pilar: duas justiças, não tribalismo moral

A teologia luterana distingue entre dois tipos de justiça: justiça coram Deo (diante de Deus) e justiça coram mundo (diante do próximo e das estruturas sociais). A justiça coram Deo é recebida pela fé em Cristo, sem obras. Nós não nos justificamos diante de Deus por nossa performance moral, ideológica, religiosa ou política. Somos justificados pela graça mediante a fé. A justiça coram mundo, por outro lado, é a justiça civil que buscamos nas vocações: no trabalho, na família, na comunidade, no Estado. Aqui, obras importam. Aqui, amor ao próximo se manifesta em ações concretas.

O problema surge quando essas duas justiças são confundidas. Isso acontece de duas formas. A primeira é transformar justiça civil em critério de justificação diante de Deus. Quando a pregação trata alinhamento ideológico, posição política ou conformidade linguística como condição de retidão coram Deo, ela está contradizendo o evangelho da justificação e se aproximando perigosamente de uma justificação por obras. Ela está dizendo, na prática: “Você é justo diante de Deus se tiver a posição política correta, se condenar os líderes certos, se apoiar as causas certas.” Isso destrói o consolo do evangelho.

A segunda forma de confusão é usar a justificação pela fé como desculpa para negligenciar a justiça civil. Isso acontece quando cristãos dizem: “Somos salvos pela graça, então não precisamos nos preocupar com justiça, paz, cuidado com os pobres.” Isso também é erro. A justificação pela fé não nos dispensa do amor ao próximo; ela nos liberta para servir o próximo com alegria, sem a tirania da autojustificação.

A pregação luterana mantém essas duas justiças distintas. Ela proclama que coram Deo, todos somos pecadores justificados pela graça. Não há “justos” e “injustos” com base em posição política, performance moral ou alinhamento ideológico. Todos precisamos de Cristo. Ao mesmo tempo, ela reconhece que coram mundo, devemos buscar justiça, paz e bem comum em nossas vocações, guiados por prudência, amor ao próximo e responsabilidade.

Quando a pregação divide o mundo em “nós” (os justos, os iluminados, os que estão do lado certo) e “eles” (os injustos, os opressores, os que estão na escuridão), ela está praticando tribalismo moral, não teologia luterana. Ela está criando uma igreja sectária, não uma comunidade do Evangelho. E pior: ela está obscurecendo a mensagem central da Reforma — que todos somos pecadores e todos precisamos de Cristo.

Conclusão: um chamado ao arrependimento e à fidelidade

A instrumentalização política da Bíblia e do Evangelho não é um problema novo, mas é especialmente perigoso em nossos dias. Vivemos em uma época de polarização extrema, onde tudo é politizado e onde a igreja é pressionada a escolher lados. Mas a igreja não existe para escolher lados políticos; ela existe para pregar Cristo crucificado e ressuscitado.

Pastores e pregadores, vocês foram chamados para uma tarefa sagrada: proclamar a Palavra de Deus, não suas próprias opiniões políticas. Vocês foram chamados para pregar Cristo, não para fazer propaganda ideológica. Vocês foram chamados para distinguir Lei e Evangelho, não para confundi-los. Vocês foram chamados para libertar consciências com o Evangelho, não para escravizá-las com novas exigências.

Se você tem usado o púlpito para defender uma agenda política, volte ao centro. Se você tem transformado narrativas bíblicas em munição seletiva para atacar adversários e blindar aliados, volte ao centro. Se você tem deixado a igreja escorregar para o tribalismo moral — onde alguns são os “bons” e outros os “maus” — volte ao centro. Há um risco real de, nesse caminho, usar Cristo como pretexto e permitir que o evangelho seja eclipsado por propaganda.

Mas há consolo. Cristo morreu por você. Não porque você pregou perfeitamente, mas porque você é pecador e ele é Salvador. Você está justificado pela fé em Cristo, não por performance homilética ou alinhamento ideológico. Você está livre: livre para pregar o Evangelho com clareza, livre para distinguir Lei e Evangelho, livre para viver sob a teologia da cruz, livre para discernir entre os dois reinos, livre para proclamar que todos somos pecadores e todos precisamos de Cristo.

Pregue Cristo. Não política, não propaganda, não tribalismo. Cristo crucificado e ressuscitado, que justifica o ímpio pela graça. Essa é a mensagem que o mundo precisa ouvir. Essa é a mensagem que liberta. Essa é a mensagem que salva.

Que Cristo, e somente Cristo, governe a palavra da sua pregação.


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